quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

21 Dezembro 2010

Olhos versados que percorrem labirintos: versos que se entreolham, perdendo a magnitude cósmica com que analiso meu inferno. Raios de luz começam a ofuscar a cidade que crio. Raios quentes a me fazer enxergar: ilusão. Procuro abrigo, mas já é tarde demais: meus olhos cheios de versos e meus versos tão à flor da pele recaem sobre a minha cabeça: é preciso abrir: acordar: desfazer: viver enfim.

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